Favela Chique

Tuesday, May 16, 2006

O códiog de Jesus, Madalena e da Vinci

Entre o personagem histórico que mobilizou comunidades judaicas em nome de um ideal de fé e purificação, a partir da crença nos ensinamentos de um Deus, e um personagem fictício, não divino e secundário, que apenas se casou com uma mulher -- essa sim, líder de discípulos que espalhariam a Boa Nova pelo mundo --, há uma distância abismal.
O homem citado acima nas duas histórias possui o mesmo nome: Jesus Cristo. Para os seguidores da primeira versão -- e eles não são poucos, atendem pelo nome de cristãos e representam boa parte da civilização do mundo --, ele era o filho de Deus, que veio ao mundo para perdoar os pecados humanos e preparar seu povo para o Juízo Final.
Já os que conhecem o segundo relato sabem que se trata do personagem principal do polêmico livro do ex-professor ginasial norte-americano, Dan Brown, que já foi traduzido para 42 países, com mais de 15 milhões de exemplares vendidos e com promessas de virar um filme em breve, a exemplo de outros best sellers.
O livro trata da morte misteriosa do curador do Louvre, que pertencia ao Priorado de Sião, uma sociedade secreta, e guardava o segredo do Santo Graal e de mensagens cifradas sobre o assunto que estariam nas obras de Leonardo Da Vinci. Este não seria um cálice ( como se buscava na Idade Média ), mas a própria Maria Madalena, que teria casado com Jesus e constituído uma linhagem carnal. A partir deste assassinato se desenvolve toda a trama.
É uma ficção e deve ser lido assim. O Jesus que aparece no livro nada tem a ver com a figura histórica de Jesus Cristo. A idéia do Cristo ter sido casado e ter tido filhos é antiga, já persegue a humanidade há tempos.
Se as polêmicas em torno de Jesus Cristo colocadas em "O Código Da Vinci" podem todas ser explicadas, então por que as Igrejas e os estudiosos estão se apressando em escrever e lançar livros desmentindo as teorias que aparecem no livro?

Conheça Fotos do Museu Louvre












Galeria de Fotos




Madalena, sugere Margaret Starbird, é o Santo Graal, o oculto cálice sagrado que guardava a linhagem de Jesus – a filha que ela levava no ventre quando fugiu de Israel após a crucificação do marido.Ao deixar que o estigma de prostituta pairasse sobre Madalena durante séculos, a corrente ortodoxa da Igreja, segundo Starbird, sufocou impiedosamente o princípio feminino em nossa civilização enquanto apagava as referências históricas sobre a esposa de Cristo.
Evidências desse fato, bem como das várias tentativas de restaurar o equilíbrio perdido, estão presentes na história, nas artes, na literatura, nos simbolismos medievais e na mitologia.

Maria Madalena se tornou objeto de grande atenção nos anos recentes. Numa livraria comum, pode encontrar vários livros que alegam expor a verdade sobre esta discípula de Jesus.
Antes de ser enganado por fábulas fascinantes, deve se entender que o gnosticismo, a mesma filosofia que exalta Maria Madalena, contradiz a palavra de Deus em muitos outros pontos. Nega a perfeição do Criador, dizendo que Jeová, e não o homem, causou a imperfeição e o sofrimento no mundo.
Nega a doutrina fundamental de salvação pelo sangue de Jesus, dizendo que a salvação não vem pela fé, e sim pelo conhecimento.Não tentaremos responder neste pequeno artigo a todos os erros do gnosticismo (muitos estudiosos da Bíblia têm refutado tais doutrinas ao longo dos séculos), nem a todos os mitos antigos e modernos sobre esta discípula de Jesus.

Wednesday, May 10, 2006

O Código virou filme

O Código Da Vinci, tornou-se um fenómeno global, e apresentou a milhões de leitores um mundo misterioso onde Leonardo Da Vinci codificou significados ocultos nos seus quadros; símbolos estranhos estão esculpidos numa remota capela escocesa; e a Igreja Católica e uma antiga sociedade secreta continuam a travar uma batalha velha de séculos para obterem o controle do derradeiro prémio: o Santo Graal. O filme trata da morte misteriosa do curador do Louvre, que pertencia ao Priorado de Sião, uma sociedade secreta, e guardava o segredo do Santo Graal e de mensagens cifradas sobre o assunto que estariam nas obras de Leonardo Da Vinci. Este não seria um cálice ( como se buscava na Idade Média ), mas a própria Maria Madalena, que teria casado com Jesus e constituído uma linhagem carnal. A partir deste assassinato se desenvolve toda a trama.


Curiosidades

Os produtores não conseguiram permissão para usar iluminação artificial na Mona Lisa, o que vemos no filme é uma réplica.

O criador da série '24 Horas', queria comprar os direitos da adaptação para que a trama servisse de base para a 3ª temporada da série. Entretanto Dan Brown recusou todas as propostas feitas, dizendo que não queria que seu livro virasse um programa de TV.
Na opinião do diretor Ron Howard o ator ideal para interpretar Robert Langdon era Bill Paxton, que não pôde aceitar o projeto devido a conflitos de agenda.
Terceiro filme em que o diretor Ron Howard e o ator Tom Hanks trabalham juntos. Eles estiveram juntos em 'Splash - Uma Sereia em Minha Vida' e 'Apollo 13'.

Monday, May 08, 2006

Saiba Mais. . .

Cristianismo

Renascimento

Leonardo da Vinci

Tuesday, April 25, 2006

Beijos Virtuais
Por Paulo Rogério de Souza


A importância do computador em plena era digital é indiscutível. O Orkut (rede de relacionamentos na internet) esta aí para não nos deixar mentir. Viver sem computador é não poder usar o dinheiro dos caixas eletrônicos, demorar o dobro na fila do supermercado, ficar a espera do carteiro, e não saber o que a combinação imagem, som, fala e tato são capazes. Realmente os PC´s dominaram nossos tempos. Entretanto, como tudo que monopoliza causa um certo desconforto, vale lembrar que estamos a beira de perdemos nossa individualidade, de sermos dominados pelo poder de decisão das máquinas – sim, as máquinas decidem por nós – além de em breve tornarmos seres virtuais.

Esse medo se evidenciou quando me deparei com o texto de Steven Johnson, Cultura da Interface – como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar. Nele o autor relata sua relação com o computador e tudo que o envolve. Vale salientar que interface é um recurso que permite a comunicação ou a interação entre dois sistemas ou organismos, ou ainda, um dispositivo de conexão entre computadores e periféricos. Johnson diz que a transição do modo de escrever manual para os computadores foi sútil mais profunda. Para ele o computador não só tornara o ato de escrever mais fácil mais mudara a substância do que estava escrevendo, e, nesse sentido, influenciou também sua forma de pensar.

Johnson salienta ainda, que a agonia da tela em branco foi diminuída com a interface gráfica e com o surgimento de monitores de alta resolução. Assim, ficou mais simples entender que as metáforas visuais nos ajudam a entender nossas informações além de concebe-la uma visão mais abrangente. O autor lembra ainda, que a interface gráfica continua sendo mal compreendida, mesmo o texto sendo incluído na interface. Ainda no capítulo sobre o texto, Steven Johnson relata alguns exemplos para provar o poder dos computadores e as formas que eles podem ser utilizados. Cita o exemplo da matéria de capa na revista New York sobre o polêmico livro sobre a os meses iniciais da campanha de Clinton à presidência, o Primary Colors.

E é a partir daí que o autor expõe sobre a funcionalidade da máquina e das diferentes maneiras que podemos utiliza-la. Apresenta outras interfaces como a semântica, na qual daríamos ao computador muito mais controle sobre a organização de nossos dados, ou seja, definiríamos as categorias amplas mas a máquina tomaria as decisões críticas sobre o que vai para onde, fazendo inclusive julgamentos que nós seres humanos seriamos mais aptos a fazer. Fica a pergunta: vamos deixar as máquinas decidir por nós, será que quando sairmos paras as ruas as pessoas dirão uma palavra – chave e surgirá uma informação com todos os nossos dados, gostos e desgostos ? Eu não gostaria de me tornar um ser virtual, adoro beijar na boca.

Resenha Grau A

Um chama o outro
Por Paulo Rogério de Souza

Uma cerveja chama a outra, um cigarro chama o outro, um bombom chama outro e um texto na internet chama outro. Aceitamos o outro, ou o outro esta sendo imposto e nós nem percebemos? Quando navegamos pela web em busca de informação ou conhecimento dificilmente notamos que abrimos janelas e mais janelas para saciar nossa fome ou curiosidade. Por esse caminho inusitado nos deparamos com quase tudo. A sorte é que sempre tem um ícone com sair para nos salvar. Será?

Na vida nem sempre nos deparamos com o botãozinho indicando a saída antes de fazermos algo que nos prejudique ou nos entristeça. É uma pena! Entretanto, devemos saber utilizar quando for possível, para sermos agentes seguros da nossa vida e não nos tornarmos seres virtuais domados pela grande massificação. Pierre Lévy em O que é virtual? Discorre sobre o hipertexto – hierarquizar e selecionar áreas de sentido, tecer ligações entre zonas, conectar o texto a outros documentos, arrima-lo a toda uma memória que forma como que o fundo sobre o qual ele se destaca e ao qual remete.

Diante da definição do que é hipertexto já se torna fácil entender nossas atitudes. Somos seres que buscamos tecer ligações. Vivemos em busca da conexão com nossa alma gêmea. Adoraríamos sermos o referencial de alguém, de alguma idéia ou ação. Talvez por isso a internet faça tanto sucesso. Levy diz que a tela da informática é uma nova “máquina de ler”, o lugar onde uma reserva de informação possível vem realizar por seleção, aqui e agora, para um leitor particular. Segue dizendo que os hipertextos, hipermídia ou multimídia levam adiante um processo já antigo de artificializarão da leitura.

Para o autor a World Wide Web seria um imenso hipertexto na qual virtualmente todos os textos públicos fazem parte. Assim para ele a escrita e a leitura trocam seus papéis, pois quem participa da estruturação do hipertexto, do traçado pontilhado das possíveis dobras do sentido, já é um leitor. Uma outra colocação interessante de Levy é que no ciberespaço, onde qualquer ponto é acessável a partir de qualquer outro, será cada vez maior a tendência de substituir as cópias de documentos por ligações hipertextuais. Assim basta que o texto exista fisicamente uma única vez na memória do computador conectado a rede para que ele faça parte de percursos ou de estruturas semânticas.

Levy diz também que no mundo digital a distinção do original e da cópia há muito perdeu qualquer pertinência. O ciberespaço está misturando as noções de unidade, de identidade e de localização. E pelo atual cenário, nós seres vivos, também estamos perdendo essas noções. Vivemos unidos às máquinas, nos identificamos com um modelo de beleza e de vida ditador além de não termos uma localização clara e definida de onde estamos e para onde vamos. Não somos hipócritas para achar que o mundo antes da internet era melhor. O que temos é que saber conviver com essa fera. Não deixarmos de sermos donos de nossos caminhos de criamos nosso próprio botão de saída e só aceitar a outra se for realmente bom para nossas vidas.

Tuesday, April 18, 2006

Trabalho SUPER do semestre

Tema: Comportamento

Assunto: Solteiros

Abordagens: Site para solteiros com dicas de balada, viagens, moda, beleza, comportamentos, especialistas, galeria de fotos, enquetes e, claro, o cantinho da pegação.

Grupo: Paulo Rogério de Souza, Rachel Duarte e ...

Tuesday, March 28, 2006

Jornalismo Online -33
Paulo Rogério de Souza e Rachel Duarte
Editoria: Esporte
Notícia: Copa dos Campeões ( partida entre Juventus e Arsenal)

Informações/Conteúdo

GLOBO: O site da Globo é mais “clean”, dando um aspecto mais organizado e menos publicitário. A notícia sobre a Copa dos Campeões, com destaque para a partida do Juventus e do Arsenal, está como um complemento na capa do site. A matéria principal é a do jogo do Barcelona, embora este não tenha sido um grande jogo. O artifício de atrair o leitor através da imagem dos craques brasileiros, para o consumo das notícias internacionais, também é percebido neste site. Vale ressaltar que o horário de veiculação da notícia, comum nos demais portais, foi entre 17h30 e 18h.



IG: Neste site a notícia, se diferencia entre os demais, por ser destaque principal de capa. Porém a manchete não é exclusivamente sobre a partida do Juventus e Arsenal, constando também informações sobre o time com jogadores brasileiros, o Barcelona. As informações são mais abrangentes e englobam o desempenho dos times na Copa, além de informar sobre outras partidas.


TERRA: Diferente dos outros este site não tem como manchete principal, a notícia das partidas internacionais. O destaque é para o clássico Grenal, a ser realizado apenas no próximo final de semana. A notícia de esporte no mundo não é mais importante do que as de dentro do país. Além disso, o recurso de imagem é utilizado através da foto do tenista suíço, Roger Federer, que está nas quartas de finais do Master Series de Miami. A utilização de uma modalidade esportiva não muito comum, amplia a visão de esporte dentre as opções oferecidas aos leitores. Apesar disso, os demais assuntos também foram abordados, dentre eles a Copa dos Campeões – destaque nos demais portais.


FOLHA: A noticia não é manchete na editoria de esporte neste site, porém como o assunto é internacional, a Folha busca a proximidade com a nacionalidade para tentar sensibilizar o leitor. Uma imagem dos craques brasileiros, Ronaldo – Fenômeno e Ronaldinho (jogadores do Barcelona, que também integra a Copa dos Campeões) é utilizada para chamar a atenção dos leitores. Embora, sem nenhuma conexão com a manchete ao lado, a foto é colocada ao lado desta. A tentativa da Folha segue uma das regras básicas do jornalismo, que é a proximidade com a realidade dos seus leitores. O site utiliza um elemento de conhecimento geral, para segmentar a notícia.

Estratégias/ diferenças e semelhanças

Acreditamos que os portais se diferenciem no critério de edição e veiculação das notícias. A preferência na escolha dos portais, parte do conceito de cada site para o público. No caso da Folha, por exemplo, esta atrai por ser uma referência em jornalismo. A ordem de importância e relevância dos acontecimentos do dia é o que define a capa do site. As informações sobre a atual situação do governo é o assunto mais importante para o público, na visão da Folha. Os interessados em notícias esportivas deverão acessá-las através de link, na lateral da página. O acesso às informações é fácil e não tem publicidade na hora de abrir as páginas.

No IG a ordem de importância dos assuntos também segue a linha da factualidade. O que aconteceu de mais importante HOJE será o destaque de capa. As notícias políticas também “abafam” as notícias esportivas, pois não há acontecimentos esportivos nacionais de maior relevância. Apesar de ser o mais poluído publicitariamente, os textos são claros, informativos e com hipertexto de outras partidas, que estão interligados. Quando acesso uma notícia e saio para outra, posso voltar na anterior.

No site da Globo a utilização de atrativos no layout da página, também ajudam a capturar audiência. Além disso, o nome/marca GLOBO é um grande referencial na categoria esportiva. Ainda assim os assuntos ganham gráficos, selos, arte e demais elementos que embelezam e interagem com os leitores.
No Terra as informações se misturam entre links de editorias e chamadas de notícias. Na home não há nenhum link para a Copa dos Campeões, apenas existe atalho para a matéria de capa. Um recurso de grande impacto para o interesse dos leitores é uma busca pré-definida, dos diferentes conteúdos do site.
Os textos seguem a linguagem do jornalismo esportivo, presente nos demais meios de comunicação.

Saiba mais

GloboEsporte
IG
Folha
Terra

Tuesday, February 21, 2006

TIMÂO

O Favela Chique vai estourar a boca do balão. Aguarde!